As mulheres carregam consigo os fios invisíveis do passado. São padrões, crenças e comportamentos que se entrelaçam em nossa história familiar. Esses fios, muitas vezes, nos aprisionam, nos fazem repetir os mesmos erros e nos afastam da nossa verdadeira essência.
As vozes das nossas antepassadas ecoam em nossas escolhas. Elas viveram suas próprias lutas, enfrentaram desafios, não puderam viver as suas vidas plenamente. O que não foi resolvido em suas vidas reverbera em nós.
A repetição de padrões é feita de forma inconsciente. Somos leais aos nossos antepassados, mesmo sem perceber. Mas o despertar da consciência nos permite questionar, olhar para dentro e quebrar esses ciclos.
Romper com padrões ancestrais exige coragem. É como desatar os nós de uma teia ancestral. É dizer “não” ao que não nos serve mais e buscar a nossa própria verdade.
A cura está em reconhecer esses padrões, em perdoar nossos antepassados e em nos libertar. Somos as guardiãs da mudança. Podemos escolher novos caminhos.